Debates e indicações de Encontros na área de Educação
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Um pouco de Hilda Hilst
Cantando amor, os poetas na noite
Repensam a tarefa de pensar o mundo.
E podeis crer que há muito mais vigor
No lirismo aparente
No amante Fazedor da palavra.
[Júbilo Memória Noviciado da Paixão, ]
Repensam a tarefa de pensar o mundo.
E podeis crer que há muito mais vigor
No lirismo aparente
No amante Fazedor da palavra.
[Júbilo Memória Noviciado da Paixão, ]
sábado, 17 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Ainda estamos tentando mudar o mundo...
O link do título encaminha para um texto de Wallerstein, no sítio Outras Palavras, que avalia os efeitos rápidos e positivos dos movimentos que tentam construir um outro mundo possível, um "sistema-mundo" mais democrático e igualitário.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Você está permanentemente sendo vigiado, mas isto não significa segurança
Quando a juíza Patricia Acioli foi assassinada no Rio de Janeiro, na investigação do caso, a Polícia revelou ter localizado os sinais dos celulares dos assassinos próximos ao local do crime e as ligações realizadas antes e posteriores ao fato. Isto demonstra que a possibilidade de identificar quem esteve no local de um crime (qualquer crime), ou até mesmo quem está hoje com seu celular roubado, existe, mas esta possibilidade só será transformada em ação quando a polícia (aqui com letra minúscula) achar que isto é conveniente, importante, interessante.
Estamos todos sendo vigiados, permanentemente vigiados, na rua, aqui na tranquilidade de meu escritório, onde escrevo neste momento ouvindo os passarinhos da mata envolta da Pedra do Pavão. Estes dias, assistindo a comédia "Como arrasar um coração", observava como as diversas situações (engraçadas) que aparecem no filme hoje seriam impossíveis, pois o grau de vigilância a que estamos submetidos é assustador.
Clicando no link, você pode conhecer o que Max Schrems descobriu que o Facebook tinha arquivado sobre ele: 1.200 páginas em 3 anos de utilização do espaço Face... Inclusive mensagens "removidas", revelações de suas posições políticas, amorosas, intelectuais, contatos realizados. Quem viveu sua maturidade no século passado: imagine todas suas correspondências (postais, aquelas que eram enviadas em papel, pelo Correio...) violadas, catalogadas, analisadas e disponíveis para quem tem poder de quebrar economias, instalar governos, bombadear países, e, ainda, colocar ideias na sua cabeça.
Num mundo governado pela mídia e pelas corporações, é assustadora a nossa vulnerabilidade.
Estamos todos sendo vigiados, permanentemente vigiados, na rua, aqui na tranquilidade de meu escritório, onde escrevo neste momento ouvindo os passarinhos da mata envolta da Pedra do Pavão. Estes dias, assistindo a comédia "Como arrasar um coração", observava como as diversas situações (engraçadas) que aparecem no filme hoje seriam impossíveis, pois o grau de vigilância a que estamos submetidos é assustador.
Clicando no link, você pode conhecer o que Max Schrems descobriu que o Facebook tinha arquivado sobre ele: 1.200 páginas em 3 anos de utilização do espaço Face... Inclusive mensagens "removidas", revelações de suas posições políticas, amorosas, intelectuais, contatos realizados. Quem viveu sua maturidade no século passado: imagine todas suas correspondências (postais, aquelas que eram enviadas em papel, pelo Correio...) violadas, catalogadas, analisadas e disponíveis para quem tem poder de quebrar economias, instalar governos, bombadear países, e, ainda, colocar ideias na sua cabeça.
Num mundo governado pela mídia e pelas corporações, é assustadora a nossa vulnerabilidade.
sábado, 26 de novembro de 2011
Imperdível - "Que parva que sou" na manifestação em Lisboa, Praça Pedro IV (nosso Pedro I)
Mesma música do vídeo abaixo porém na manifestação dos Jovens à Rasca, em Portugal! Muito bom!
3a. Roda de Conversas PIBID/UNIRIO - Vídeo Legendado - Que parva que sou. Deolinda
Nossa 3a. Roda de Conversas começou na quinta-feira, à noite, com a reunião geral do PIBID que, segundo as avaliações registradas, foi bastante produtiva na organização de nosso trabalho para este final de ano, continuou na sexta pela manhã quando recebeu a professora Menga Ludke apresentando suas investigações sobre a docência e a pesquisa, comentando sobre as dificuldades de encontrarmos professores que pesquisam e o valor da iniciação científíca na Universidade para que esta prática seja desenvolvida, e concluiu-se com o Prof. Jose Machado Pais analisando o movimento Jovens à Rasca, em Portugal. A música "Que parva que eu sou" tornou-se famosa ao sintetizar a precarização do trabalho e da vida em Portugal. Segue o vídeo, com gostinho de quero mais...
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