Debates e indicações de Encontros na área de Educação
quarta-feira, 11 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
Começando a agitação: palestras, militâncias e pesquisa
13 de março (sexta-feira), 16h, Cinelândia
Ato em defesa da Petrobrás (pública), da democracia, da reformas de esquerda que o Brasil precisa.
25 de março (quarta-feira), 10h, sala de aula do mestrado
A pesquisa como prática pedagógica, com o Prof. Dr. Jose
Clovis de Azevedo (IPA/RS)
27 de março (sexta-feira), 15h, Auditório Paulo Freire
Comemoração dos 10 anos do PPGEDU e reunião do GEPAC
Participação do Prof. Dr. Romualdo Portela (CNPq,
Coordenador da Área da Educação) discutindo o tema da avaliação dos Programas
de Pós-Graduação, desde perspectivas críticas.
30 de março (2ª. feira), 15h, Auditório Paulo Freire
Conversa com pesquisadores, Grupo de Estudos e Pesquisas em
Avaliação e Currículo (GEPAC) e Roda de conversas PIBID/EI:
Infância, Alteridade e Experiência com o Prof. Dr. Carlos
Skliar (Flacso/Argentina).
CONVOCANDO PARA AÇÃO - CONVOCAÇÃO
Nesta sexta-feira, 13 de março, 16h, na Cinelândia, somos, mais uma vez, convocados a dizer qual Brasil defendemos. O Brasil defendido pela Globo, privatizado, sem direito ao contraditório, teleguiado cegamente pelo ódio e pela mentira, o país do acirramento da distância entre os que tudo podem e tudo fazem e aqueles que obedecem? Ou um Brasil que continue no combate à desigualdade entre os que nada tem e os que esbanjam, no combate ao preconceito racial, ao machismo e aos preconceitos religiosos e em relação à sexualidade, no país da ampliação das vagas nas universidades públicas, da afirmação dos projetos sociais, da justiça para com os empregados domésticos, da estruturação e independência da Polícia Federal (lembrando que alguns estão precisando de tratamento psicológico)?
#64 nunca mais.
Que 13 de março seja um grande dia no processo democrático, histórico e criativo deste país e que nossa elite aprenda a usar suas panelas para cozinhar e dividir a comida, além de aprender a pagar seus impostos.
Leia também no blog do Juca "O panelaço do ódio"
#64 nunca mais.
Que 13 de março seja um grande dia no processo democrático, histórico e criativo deste país e que nossa elite aprenda a usar suas panelas para cozinhar e dividir a comida, além de aprender a pagar seus impostos.
Leia também no blog do Juca "O panelaço do ódio"
terça-feira, 3 de março de 2015
Mino Carta: o suicídio Brasil e nossos pequenos podres poderes
Sociedade que ostenta ignorância, parvoíce, vocação para trapaça, incapacidade crônica para ironia e o senso de humor, prepotência e arrogância sem limites, hipocrisia e desfaçatez, velhacaria e vulgaridade. Os responsáveis pela crise, após séculos de predação e escravidão, são a nossa elite, dona da mídia e desejosa da manutenção eterna da casa grande e da senzala.
Leia o editorial completo em:
http://www.cartacapital.com.br/revista/839/o-suicidio-do-brasil-999.html
[O LINK ABRE PARA ALGUMAS PESSOAS E OUTRAS ESTÃO COM DIFICULDADES - PRECISA TENTAR COM OUTRO NAVEGADOR - MOZILLA OU CHROME, OU, AINDA, COPIAR O ENDEREÇO DIRETAMENTE NO CAMPO DE LEITURA]
http://www.cartacapital.com.br/revista/839/o-suicidio-do-brasil-999.html
[Ou tente pelo Google Mino Carta o suicídio do Brasil]
Filhas de militares que se mantêm solteiras para receber pensão; gente "bem nascida" na lama da relações frias, da ostentação e da "sobra"; agressor que bate em prostituta e mendigo; classe média desinformada que acha saber de alguma coisa porque assiste o Jornal Nacional, todos "vítimas" de pensar apenas no próprio umbigo e levar as relações sociais ao esgarçamento. A tragédia do artigo de Mino está no levantamento quantitativo: os que percebem alguma contradição em reclamar da corrupção e sonegar impostos, em usar o dinheiro, a aparência, o poder para obter alguma vantagem são minoria. Quero acreditar na propaganda política do Mauro Iasi, genial durante as eleições no Rio: nós somos muitos, eles (os podres de nascença, os corruptos, os que "vivem bem" na sacanagem que promovem diariamente) seriam poucos. Desanimo: como dizia Freire, o opressor habita a cabeça do oprimido. Basta ter qualquer chulé de poder que os amigos (geralmente não tão competentes) passam a ser chamados, os interesses ajeitados, o que é público usado como privado.
Tristes dias, cheios de miséria e violência nos esperam.
Leia o editorial completo em:
http://www.cartacapital.com.br/revista/839/o-suicidio-do-brasil-999.html
[O LINK ABRE PARA ALGUMAS PESSOAS E OUTRAS ESTÃO COM DIFICULDADES - PRECISA TENTAR COM OUTRO NAVEGADOR - MOZILLA OU CHROME, OU, AINDA, COPIAR O ENDEREÇO DIRETAMENTE NO CAMPO DE LEITURA]
http://www.cartacapital.com.br/revista/839/o-suicidio-do-brasil-999.html
[Ou tente pelo Google Mino Carta o suicídio do Brasil]
Filhas de militares que se mantêm solteiras para receber pensão; gente "bem nascida" na lama da relações frias, da ostentação e da "sobra"; agressor que bate em prostituta e mendigo; classe média desinformada que acha saber de alguma coisa porque assiste o Jornal Nacional, todos "vítimas" de pensar apenas no próprio umbigo e levar as relações sociais ao esgarçamento. A tragédia do artigo de Mino está no levantamento quantitativo: os que percebem alguma contradição em reclamar da corrupção e sonegar impostos, em usar o dinheiro, a aparência, o poder para obter alguma vantagem são minoria. Quero acreditar na propaganda política do Mauro Iasi, genial durante as eleições no Rio: nós somos muitos, eles (os podres de nascença, os corruptos, os que "vivem bem" na sacanagem que promovem diariamente) seriam poucos. Desanimo: como dizia Freire, o opressor habita a cabeça do oprimido. Basta ter qualquer chulé de poder que os amigos (geralmente não tão competentes) passam a ser chamados, os interesses ajeitados, o que é público usado como privado.
Tristes dias, cheios de miséria e violência nos esperam.
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