Debates e indicações de Encontros na área de Educação
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Abertura do II Colóquio Educação e Mídias - UNIRIO
Hoje, 20h, no Auditório Vera Janacopulos (atrás da Reitoria da UNIRIO), abertura do II Colóquio Mídias e Educação, com a palestra da Professora da UFRGS, Rosa Fischer, sobre o tema "Imagens, entre ficção e realidade: para pensar mídias e educação". Quem não está inscrito pode passar e conferir a palestra de abertura ou inscrever-se no local.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Seminário Educação Integral/Integrada e(m) tempo integral: análises qualitativas
PPGEdu / UNIRIO, PPGE / UFRJ, FFP / UERJ e o
Núcleo de Estudos, Tempos, Espaços e Educação Integral (NEEPHI)
convidam você para participar:
Núcleo de Estudos, Tempos, Espaços e Educação Integral (NEEPHI)
convidam você para participar:
Dia 10/12/2010 - Horário: 9h às 17h
Local: Auditório do CCET
Av. Pasteur, 458 – URCA-RJ
9h Abertura
10h Apresentação comentada dos relatórios de pesquisa
Russas – CE
Natal – RN
Recife - PE
São Sebastião do Passé - BA
Colatina - ES
Nova Friburgo - RJ
São Paulo - SP
Olímpia - SP
12h30min. - Almoço
14h30min. - Desafios e perspectivas das experiências de ampliação da jornada escolar, hoje
16h30min. - Entrega dos CDs de divulgação dos relatórios e dos certificados de participação
1a. Roda de Conversas PIBID - UNIRIO
Ricas conversas em 03 de dezembro de 2010, mostrando o trabalho desenvolvido desde maio deste ano pelos 36 bolsistas do Programa PIBID UNIRIO, nos subprojetos de área do ensino fundamental - ênfase em alfabetização, ensino médio - formação de professores e licenciatura em ciências. A atividade predominante entre os subgrupos foi de oficinas com estudantes das escolas públicas envolvidas, havendo também outras práticas de acompanhamento aos trabalhos das escolas. Destaque, entre tantas bonitezas dos trabalhos, para a autonomia dos estudantes bolsistas na condução de todo o Encontro: protocolo, coordenação de mesas, sistematização... Para o próximo período, destaca-se a continuidade dos fóruns entre os projetos e as escolas envolvidas, quem sabe "rodar" as oficinas?
Fórum em Defesa da Educação Pública
No dia dia 9 de dezembro de 2010, às 18h30min., no Auditório da Escola de Serviço Social da UFRJ, campus da Praia Vermelha, haverá uma reunião aberta para participação popular, buscando ações coletivas que possam combater políticas educacionais estaduais e municipais que tomam a educação como um negócio, que colocam em risco o caráter laico da educação pública, que desprofissionalizam o trabalho docente, agravando a situação de baixos salários e de precarização laboral e alteram, negativamente, a função social da educação pública. O chamado para esta mobilização é da Faculdade de Educação da UFRJ e do SEPE, com mais de 20 outras entidades comprometidas com a causa da educação pública. A ideia é criar um Fórum Estadual em Defesa da Educação Pública.
Mais informações pelo e-mail: leher.roberto@gmail.com
Mais informações pelo e-mail: leher.roberto@gmail.com
sábado, 4 de dezembro de 2010
Blog social...Mas sem fofocas.
Muita gente, vinho ótimo, buffet impecável. Com a chuva que se abateu sobre o Rio de Janeiro na quinta-feira, somente consegui chegar ao lançamento do livro "Antonio Flavio Barbosa Moreira" às 20h30min, ainda encontrei por lá as Profas. Maria Inês Marcondes (PUC), Menga Ludke (PUC/UCP), Osmar Favero e esposa, minha colega de UNIRIO Adriana Hoffman e seu marido Márcio. Autografando, Antonio Flavio e Carlos Jamil Cury. Tudo muito chique e divertido.
Sr. Governador...Sr. Prefeito...
Quanto ganha um médico que trabalha 20h semanais para o estado do Rio de Janeiro?
No Posto de Saúde de Copacabana, um médico do sistema público disse receber cerca de R$ 1.300,00 mensais para o trabalho de 20h semanais (sendo o salário básico cerca de R$ 130,00 e o restante com as complementações) . O estado paga o médico e o município distribui os remédios.
De responsbilidade do atual Prefeito, os remédios para aposentados que no governo anterior eram distribuídos gratuitamente e enviados para a CASA do aposentado (remédios de uso contínuo para pressão, glicose, etc), no atual governo... Esqueçam o remédio entregue em casa e, na farmácia do Posto de Saúde (Copacabana), desde abril não há o remédio metaformina que é essencial para combater o excesso de açúcar no sangue.
Pior que isto, somente a indicação do atual Secretário de Saúde do Governo do Estado Rio de Janeiro para ministro da saúde do Governo Dilma.
Vamos imaginar uma saúde pública de qualidade: saúde pública com acesso universal (e imediato) a todos os exames, médicos, especialidades, opções a tratamentos com medicina alternativa. Hospitais com leitos para todos, salários médicos justos.
Como fazer? Retorno da CPMF (que é o imposto mais justo que conheço, pois atinge universalmente os tais 10% da população que detêm para si 75% da renda nacional). Eu não me importo que a CPMF seja de 2%, desde que possamos ver um atendimento hospitalar decente e uma população saudável, afastando a imagem da bárbarie atual. Os economistas (aqueles que prestam serviço à elite) certamente argumentariam que todos pagamos a CPMF que passa a ser cobrada por dentro dos preços de todos os produtos, gerando uma bola gigante de impostos... Mesmo que seja verdade, eu não vi nenhum impacto na diminuição de meus gastos quando a CPMF terminou. Se eu recebo R$ 2.000,00 eu pagarei CPMF sobre estes R$ 2.000,00 (ao receber e consumir produtos dentro do que recebo), já quem paga US$ 2.4 milhões de dólares em um sutiã da Victoria Secret (cravejados de diamantes), se o referido objeto de extrema utilidade fosse comprado no Brasil, com a arrecadação da CPMF, o impacto social desta distorção econômica poderia ser um pouco amenizado.
Como combater a corrupção? Como sou contra a pena de morte, fico com a opção da criação de um Conselho Público de controle de arrecadação e aplicação deste dinheiro, à semelhança dos Conselhos do Orçamento Participativo na experiência de Porto Alegre, governo da Administração Popular (1989-2004), junto ao programa transparência das contas públicas, seria uma medida bastante viável.
O fim de semana começa mal...
No Posto de Saúde de Copacabana, um médico do sistema público disse receber cerca de R$ 1.300,00 mensais para o trabalho de 20h semanais (sendo o salário básico cerca de R$ 130,00 e o restante com as complementações) . O estado paga o médico e o município distribui os remédios.
De responsbilidade do atual Prefeito, os remédios para aposentados que no governo anterior eram distribuídos gratuitamente e enviados para a CASA do aposentado (remédios de uso contínuo para pressão, glicose, etc), no atual governo... Esqueçam o remédio entregue em casa e, na farmácia do Posto de Saúde (Copacabana), desde abril não há o remédio metaformina que é essencial para combater o excesso de açúcar no sangue.
Pior que isto, somente a indicação do atual Secretário de Saúde do Governo do Estado Rio de Janeiro para ministro da saúde do Governo Dilma.
Vamos imaginar uma saúde pública de qualidade: saúde pública com acesso universal (e imediato) a todos os exames, médicos, especialidades, opções a tratamentos com medicina alternativa. Hospitais com leitos para todos, salários médicos justos.
Como fazer? Retorno da CPMF (que é o imposto mais justo que conheço, pois atinge universalmente os tais 10% da população que detêm para si 75% da renda nacional). Eu não me importo que a CPMF seja de 2%, desde que possamos ver um atendimento hospitalar decente e uma população saudável, afastando a imagem da bárbarie atual. Os economistas (aqueles que prestam serviço à elite) certamente argumentariam que todos pagamos a CPMF que passa a ser cobrada por dentro dos preços de todos os produtos, gerando uma bola gigante de impostos... Mesmo que seja verdade, eu não vi nenhum impacto na diminuição de meus gastos quando a CPMF terminou. Se eu recebo R$ 2.000,00 eu pagarei CPMF sobre estes R$ 2.000,00 (ao receber e consumir produtos dentro do que recebo), já quem paga US$ 2.4 milhões de dólares em um sutiã da Victoria Secret (cravejados de diamantes), se o referido objeto de extrema utilidade fosse comprado no Brasil, com a arrecadação da CPMF, o impacto social desta distorção econômica poderia ser um pouco amenizado.
Como combater a corrupção? Como sou contra a pena de morte, fico com a opção da criação de um Conselho Público de controle de arrecadação e aplicação deste dinheiro, à semelhança dos Conselhos do Orçamento Participativo na experiência de Porto Alegre, governo da Administração Popular (1989-2004), junto ao programa transparência das contas públicas, seria uma medida bastante viável.
O fim de semana começa mal...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Agenda Festiva!!!
Hoje, 19h, no Shopping da Gávea, Loja 221, lançamento do livro "Antonio Flavio Barbosa Moreira", por Marlucy Alves Paraíso, Coleção Perfis da Educação. Um livro dedicado a um professor extremamente competente, comprometido com as mudanças sociais e, ainda, uma ternura de pessoa!
Amanhã, 8h 30min, credenciamento e 9h a Abertura da 1a. Roda de Conversas PIBID/UNIRIO, Auditório do mestre Paulo Freire, CCH!
Amanhã, 8h 30min, credenciamento e 9h a Abertura da 1a. Roda de Conversas PIBID/UNIRIO, Auditório do mestre Paulo Freire, CCH!
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